Domingo, 16 Abril 2017 04:32

Sempre é tempo de Amar

"Ninguém cruza nosso caminho por acaso e não entramos na vida de ninguém sem nenhuma razão"

Uma bela e sábia frase de Chico Xavier, que necessitamos entender profundamente, principalmente porque a vida é feita de ciclos, desafios, afinidades e escolhas. 

As pessoas entram e saem de nossa vida da mesma forma que o sol nasce e se põe.

 

Muitos são os aprendizados que devemos tirar disso pois cada um de nós tem uma tarefa a realizar neste grande lar temporário chamado Terra.

Quando nossas escolhas nos levam a grandes mudanças e novos ciclos a afinidade nos manterá sempre próximos de nossa família espiritual, mesmo que o tempo e a correria do dia a dia impeça aproximações maiores.

O amor que dedicamos aos nossos afins e companheiros de jornada não se resume a convivência, se resume ao coração e a afinidade entre espíritos. Grande verdade se explica através da reencarnação.

Inúmeras foram nossas passagens pela Terra, quando tivemos pais, mães, irmãos, filhos, amores e mesmo que não saibamos, muitos deles foram nossos desafetos em outras eras.

É pela abençoada porta da reencarnação que temos a oportunidade de refazer caminhos, criar laços, desfazer ódios, mágoas, aprender a amar e perdoar...

Sentimentos que temos muita dificuldade em aprender e vivenciar, pois séculos e séculos temos vivido com o coração e espírito em chagas, repleto de mágoas, ódios e sofrimentos por não aprender a perdoar, por não aprender a amar....

E enquanto não tirarmos esta erva daninha de nosso coração, estaremos atrelados ao ódio e ao ressentimento, em apertados nós que apenas nos causam tristeza e dor.

Desfazer nós e criar laços depende de um árduo aprendizado que somente o tempo, o desejo de mudança e a vontade de aprender a amar nos permite.

Enquanto estivermos emaranhados em teias de ressentimentos, mágoa, incompreensão, nosso coração não será livre...

Mas Providência Divina é tão maravilhosa que sempre nos permitirá tempo para aprender a amar.

Sempre é tempo de amar....

Por: Rita Ramos Cordeiro